Queda do Produto Interno Bruto brasileiro

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na no dia 28 de agosto, os indicadores das Contas Nacionais Trimestrais. Houve uma nova retração do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. No segundo trimestre de 2015, a atividade encolheu 1,9% frente aos meses de janeiro, fevereiro e março. Quando a base de comparação é o mesmo período do ano anterior, a retração é ainda maior: -2,6%.

“Esse novo recuo era esperado, pois a atividade econômica brasileira segue desaquecida em quase todos os setores da economia. As famílias estão consumindo menos e o investimento sofreu uma queda considerável”, aponta o economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida. Em relação ao primeiro trimestre deste ano levando-se em conta a produção, o setor agropecuário, a indústria e os serviços apresentaram recuo de 2,7%, 4,3% e 0,7%, respectivamente. Já no quesito despesa, o consumo das famílias, o investimento e a importação de bens e serviços recuaram 2,1%, 8,1% e 8,8%, nessa ordem. Por outro lado, as despesas do governo e as exportações expandiram 0,7% e 3,4%.

Os números do IBGE sinalizam que o Brasil se encontra na chamada recessão técnica. “Isso acontece quando um país apresenta um PIB negativo por dois trimestres seguidos. É preciso estar atento, pois com a maioria dos indicadores apresentando retração a chance de uma recessão instaurada é ainda maior e já esperada pelo mercado; assim, a confiança dos agentes continua a cair”, explica Almeida.

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