13º salário deve injetar mais de R$ 16 bilhões na economia mineira

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No dia 30 de novembro encerrou-se o período para o pagamento da primeira parcela do 13º salário – gratificação correspondente a 1/12 (um doze avos) da remuneração do funcionário por mês trabalhado, conforme determinação da Lei 4.090, de 13/07/1962. Segundo estimativa da área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, o benefício deve injetar R$ 16,2 bilhões na economia de Minas Gerais, até o fim do ano. O montante, que considera a renda de 9,3 milhões de trabalhadores mineiros do mercado formal e beneficiários da Previdência Social, representa um crescimento de 12% sobre a expectativa registrada em 2014, quando o esperado para o 13º salário era de R$ 14,4 bilhões.

Além de projeções financeiras, o levantamento da Federação apurou a opinião dos consumidores sobre o destino da renda extra e observou uma nova tendência de comportamento: o benefício deverá ser usado para o pagamento de dívidas. “O estudo mostrou que 34,6% dos entrevistados priorizarão quitar os débitos, enquanto 34,2% utilizarão o valor para o consumo”, afirma o economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, destacando que a incerteza sobre o futuro e a instabilidade econômica são fatores que interferem nessa mudança.

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