Entidades cobram ações de segurança pública

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Empresários, moradores e entidades representativas, entre elas a Fecomércio MG, trabalham em um esforço conjunto para debater soluções que coíbam a violência no hipercentro de Belo Horizonte. Nesta semana, representantes de diversas instituições se reuniram na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para cobrar ações do poder público sobre o tema, que preocupa trabalhadores e transeuntes, além de prejudicar os negócios. A região foi alvo de quase metade dos roubos registrados em toda a cidade em 2015, conforme a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds).

Segundo o comandante de Policiamento da Capital, coronel PM Winston Coelho Costa, de janeiro a abril de 2016, foram registradas 8.086 ocorrências de crimes no hipercentro, apreendidas 21 armas e feitas 111 prisões.

Operações conjuntas das polícias militar e civil para repressão ao crime, maior fiscalização de casas de prostituição e jogos de azar e mais envolvimento da Prefeitura Municipal quanto à aplicação do Código de Posturas da cidade foram algumas das medidas reivindicadas na audiência com a Comissão de Segurança Pública da ALMG.

Costa atribuiu o aumento da criminalidade ao atual quadro econômico, social e político do país, e disse que a situação é a mesma nas demais capitais.

A assessora de Relações Institucionais da Fecomércio MG, Ângela Grecov, ressalta que o empresariado da capital clama por mais ações do poder público. “Entendemos a falta de recursos e de efetivo policial, mas precisamos de ações concretas e queremos ser parceiros na busca de soluções”, frisou.

Ao final da reunião, foram feitos alguns encaminhamentos para a Prefeitura de BH pedindo intensificação do efetivo da Guarda Municipal no hipercentro e uma solução para os moradores de rua. Já o comandante de Policiamento da Capital afirmou que a corporação vai prestar maior suporte à região.

*Com informações da Assembleia Legislativa.

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