Comércio aposta em aumento das vendas

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Empresários do comércio varejista de Belo Horizonte esperam encerrar o mês de novembro com crescimento nas vendas. Motivados pela proximidade das festas de final de ano, 70,9% acreditam em uma expansão do faturamento em relação a outubro, de acordo com a Análise do Comércio Varejista, elaborada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG. No mesmo período de 2015, 66,6% tiveram esse otimismo.

Esse estudo consiste em uma avaliação bimestral, com a finalidade de mensurar resultados e expectativas nos negócios. De acordo com a analista de pesquisa da entidade, Elisa Castro, as projeções para novembro foram influenciadas, principalmente, pela aproximação do Natal, que é a melhor data para o varejo, pelo pagamento do 13° salário e por ações do fim do ano, como a realização da Black Friday, na última sexta-feira do mês. “Há uma expectativa muito grande, porque, em novembro, começam a aparecer as oportunidades de fim de ano. O empresário se estrutura para expandir o atendimento e inicia ações voltadas para esse período, a exemplo das decorações temáticas”, avalia.

Conforme o levantamento, 68,3% dos entrevistados programavam promoções para este mês, o que aconteceu em 58,8% dos casos em outubro. “É um bom momento para o consumidor ficar atento para conseguir aliar bons preços e qualidade, otimizando seu poder de compra. Em meio à competição acirrada, os empresários têm procurado manter uma postura mais ativa na definição da política de preços e ofertas, além de melhorar os canais de atendimento”, completa Elisa. O otimismo para novembro também está pautado nos bons resultados do mês anterior: 56,1% dos estabelecimentos esperavam, em outubro, desempenho igual ou superior ao de setembro. No mesmo período do ano passado, eram 52,7%.

Na análise por segmentos, as melhores perspectivas para novembro estão entre os empresários dos setores de móveis e eletrodomésticos, no qual 86,4% das lojas projetam expansão do faturamento; outros artigos de uso pessoal e doméstico (82,6%); e equipamentos e materiais para escritório, informática e de comunicações (80%). Outra atividade que confia em bons negócios é a de livros, jornais, revistas e papelaria (76,9%).

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