Crescimento do e-commerce

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O comércio eletrônico tem se consolidado como um facilitador dos negócios, pois torna o processo de vendas rápido, fácil e seguro para os clientes. Especialmente nas semanas que antecedem o Natal, essa modalidade ganha ainda mais destaque, de acordo com a Ebit, referência em dados sobre o varejo eletrônico brasileiro, que projeta uma expansão de 14% no faturamento do segmento no período. Nesse contexto, a pesquisa E-Commerce/Consumidores, realizada em novembro pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, mostra que os principais atrativos para as compras nas lojas virtuais são os descontos oferecidos (35,9%), a praticidade de escolher e receber o produto em casa (34,2%), além da possibilidade de pesquisar preços (24,8%).

O objetivo do estudo foi identificar os hábitos e opiniões dos belo-horizontinos sobre o tema. O levantamento revela que o percentual de pessoas que adquiriram artigos on-line se manteve estável ao longo do ano: variou entre os 42,9% apurados em dezembro de 2015, e os 43,8% de novembro de 2016. “São índices interessantes de acesso à Internet cada vez mais pelos meios portáteis (tablet e celular), e de opção pelo comércio eletrônico. Há um grande público em BH, o que mostra a importância desse nicho e a necessidade de os empresários se planejarem bem para oferecer boa logística e preços competitivos”, argumenta a analista de pesquisa da entidade, Elisa Castro.

Ela ressalta que 10% já utilizaram smartphone e/ou tablet para comparar preços, mesmo quando estavam dentro de uma loja física. Em contrapartida, os aspectos que ainda desmotivam os consumidores são poucos e estão atrelados a questões culturais. Por exemplo, cerca de 27% dos entrevistados que afirmaram não comprar pelo ambiente virtual disseram que isso ocorre por não possuírem cartão de crédito, e 26,7% por temerem fraudes ou golpes. Outros 19,3% se incomodam em passar informações pessoais na web. “Os receios se justificam cada vez menos, porque, hoje, são grandes os instrumentos de segurança”, completa a analista.

Ela acrescenta que apenas 18,5% dos clientes tiveram algum tipo de problema na compra pela internet, sendo que o principal incômodo relatado foi a demora na entrega do produto. Além disso, as próprias pessoas tomam as precauções necessárias para evitar possíveis transtornos. Conforme a pesquisa da Fecomércio MG, o primeiro critério para a escolha do site é ser de empresa conhecida no mercado (44,4%), à frente do melhor preço, opção de 43,6% dos belo-horizontinos. A indicação de conhecidos aparece em terceiro lugar, com 14,5%. As redes sociais influenciam em mais de 60% dos casos.

Entre os produtos preferidos no e-commerce, estão os eletroeletrônicos (34,2%), peças de moda e acessórios (23,9%), eletrodomésticos (21,4%), itens de telefonia (16,2%) e de casa e decoração (10,3%). O acesso às lojas virtuais acontece de casa (81,7%) e a forma de pagamento mais utilizada é o cartão de crédito parcelado (68%). O estudo da entidade também ressalta que quase 54% dos consumidores da capital mineira com hábito de comprar on-line já deixaram de adquirir algum tipo de produto do comércio tradicional para comprá-lo apenas pela Internet.

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