Impactos da política e da inovação no varejo

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A influência da internet das coisas e as consequências do cenário político nos setores de comércio, serviços e turismo foram os principais assuntos do 6° Encontro de Gestores da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar). O evento, promovido no dia 27 de setembro, no Rio de Janeiro, teve a participação de duas colaboradoras da Fecomércio MG: a assessora política e administrativa da Federação, Kelly Figueiredo, e a secretária executiva da Presidência, Patrícia Bragança Moreira.

O encontro foi aberto pela chefe da Assessoria de Gestão de Representações (AGR) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Wany Pasquarelli. Ela ressaltou a importância das entidades de classe de todo o Brasil, por defenderem o interesse dos empresários do setor terciário, por meio de suas representações.

Internet das coisas

Ainda durante a manhã foi debatida a pesquisa sobre o impacto da internet das coisas sobre o varejo no Brasil e no mundo. A gestora setorial do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Luiza Cunha, informou que essa tecnologia pode injetar entre US$ 4 e 11 trilhões na economia mundial até 2025, gerando valor a partir de dados coletados no mundo real.

Segundo Maria Luiza, o conceito “internet das coisas” surgiu em virtude da evolução das redes de comunicação que hoje permitem o diálogo entre pessoas por meio de diversos dispositivos. Para a gestora, uma das vantagens desse modelo são as promoções oferecidas ao consumidor a partir do rastreamento de suas ações e preferências. Assim, ao passar próximo a um estabelecimento no qual já tenha feito compras, ele receberá uma mensagem sobre produtos adquiridos anteriormente, mas que, naquele momento, estão com um preço diferenciado.

“A CNC integra o Comitê Executivo do Plano Nacional de IoT [sigla inglesa de Internet das Coisas], responsável por ratificar o plano que irá nortear as ações brasileiras referentes a essas tecnologias”, ressalta Maria Luiza.

Mudanças políticas

O encontro também debateu o futuro das representações frente às mudanças políticas no país. A doutora em Ciências Sociais pela Unicamp e professora do Instituto de Desenvolvimento Educacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Andrea Cristina Oliveira Gozetto, apresentou os principais pontos do atual cenário político e a desconfiança dos brasileiros em relação ao sistema político. Ela acredita que o momento é propício para que entidades, como as Federações do Comércio, possam ouvir os interesses de seus representados a fim de defendê-los em diferentes instâncias.

Modelo de gestão

Além das discussões propostas, os gestores tiveram a oportunidade de conhecer o modelo de gestão das representações praticado pela Fecomércio-AL e pela Fecomércio-AP. Eles foram apresentados por Wagner Cavalcante e Raira Leite, respectivamente. Os representantes também puderam expor como esse tipo de gestão é feito em cada entidade, possibilitando o compartilhamento de ações e modelos implantados nas instituições. Wany enalteceu a importância desse trabalho. “É fundamental medir os resultados alcançados para mostrar ao empresariado brasileiro quais são os impactos das nossas ações”, finalizou.

* Com informações da CNC

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