Intenção de Consumo registra terceira alta seguida

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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte apresentou, em dezembro, a terceira alta consecutiva, passando de 80,7 pontos, em novembro, para os atuais 84. Embora ainda permaneça abaixo do nível de satisfação (100), o indicador, apurado pela Fecomércio MG, com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é o melhor desde abril de 2015. O resultado aponta a recuperação da confiança dos consumidores e uma pretensão às compras.

Cinco dos sete itens que compõem o ICF apresentaram aumento no período. Entre os destaques estão o índice de emprego atual, que alcançou os 114,1 pontos contra os 111,5 pontos do levantamento anterior; e a perspectiva profissional, que passou de 91,8 para 95,1. Além deles, a perspectiva de consumo registrou acréscimo de 20,7 pontos, atingindo o patamar do otimismo ao deixar 83,5 pontos, em novembro, para marcar 104,2 em dezembro.

A analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro, observa que o desempenho apurado pelo estudo é um bom sinal para o comércio. “Em 2017, percebemos uma melhora gradativa da conjuntura econômica do país, o que contribui para a recuperação da confiança das famílias, que se sentem mais seguras para consumir. A inflação ficou sob controle, os juros abaixaram e o emprego aumentou. Assim, com uma melhor saúde financeira, as pessoas conseguem se planejar para as compras”, avalia.

Outros componentes do ICF que tiveram acréscimo na passagem de novembro para dezembro foram o acesso ao crédito (79,4 para 85 pontos) e o momento para duráveis (47,4 para 51,3). Ainda de acordo com o estudo, os subitens renda atual (83,2 pontos) e nível de consumo (54,8) foram os únicos que registraram retração na mesma base de comparação.

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