Intenção de consumo registra elevação em BH

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O cenário econômico mais favorável, que teve início em 2017, estimula o crescimento das vendas no comércio. Prova disso é que o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte apresentou um acréscimo de 5,2% em fevereiro, em relação a janeiro, ao passar de 84,1 pontos para 88,5. O indicador apurado para a capital mineira é superior ao nacional, estabelecido em 87,1 pontos. A pesquisa é realizada pela Fecomércio MG, com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a alta para a capital mineira foi de 16,4% (76 pontos em fevereiro de 2017), contra 13% para o país. No entanto, apesar de cinco aumentos consecutivos, o ICF ainda segue abaixo do nível de satisfação (igual ou superior a 100). “O resultado indica uma retomada lenta do otimismo das famílias. Embora suaves, os sinais de recuperação do mercado de trabalho e da renda, aliados à trajetória de queda da inflação e das taxas de juros, impactam positivamente nesse processo. Isso permite que o consumidor volte a, pelo menos, se programar para as compras nos próximos meses”, observa o economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida.

As boas perspectivas para o comércio são reforçadas pelo fato de que cinco dos sete itens que compõem o ICF apresentaram expansão em fevereiro, em relação a janeiro. Entre eles estão: renda atual (105 pontos); perspectiva profissional (98,7 pontos); acesso ao crédito (89,1); nível de consumo (63,3); e momento para duráveis (57,3). As únicas quedas foram em perspectiva de consumo (95,8) e emprego atual, que, mesmo assim, registrou 110,2 pontos.

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