Preço é diferencial para o presente da Páscoa

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A Páscoa é uma data de forte apelo comercial para determinados segmentos do comércio, especialmente o alimentício, abrangendo hipermercados e supermercados, produtos de padaria, laticínios, doces e balas, açougues e peixarias. A data gera um impacto positivo para quase 40% das empresas do varejo de Belo Horizonte, e a expectativa para este ano continua positiva. De acordo com duas pesquisas da Fecomércio MG, 41,2% dos consumidores pretendem presentear durante a comemoração. O percentual é inferior ao observado em 2017 (48,8%), porém, o volume de indecisos é maior (12,8%).

Essas pessoas ainda poderão ser estimuladas a ir às compras pelas ações do comércio. O levantamento identificou que 53,8% dos entrevistados que pretendem presentear no próximo 1º de abril serão atraídos por promoções, e 37,8% pelos preços reduzidos. O atendimento diferenciado aparece em terceiro lugar, com 19,3%. O tíquete médio projetado pela maioria dos consumidores (64,9%) é de até R$ 100. Chocolates e doces são a escolha de 94,6% dos clientes.

Para o economista da entidade, Guilherme Almeida, o resultado dos estudos mostra pontos favoráveis. “Houve uma queda no indicador de intenção de compra, no entanto, muitos consumidores ainda poderão se decidir pelos presentes de Páscoa com a aproximação da data. Além da melhoria do cenário econômico, o preço mais contido dos produtos neste ano, até mesmo com deflação em alguns itens, deverá ser um incentivo”, avalia.

Entre as empresas impactadas pela data, aproximadamente 76% acreditam em vendas iguais ou melhores em relação a 2017. Para incrementar os negócios, elas pretendem realizar promoções/liquidações (36,7%), oferecer produtos alternativos ao chocolate (14,3%), investir em propaganda (13,3%), entre outras ações. Um percentual de 4,7% das lojas planeja contratar funcionários.

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