Confiança do empresário do comércio recua em junho

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de Belo Horizonte recuou em junho, registrando 102,5 pontos, contra os 103,8 apurados em maio. O resultado aponta que a greve dos caminhoneiros comprometeu a percepção dos varejistas em relação à economia. Na opinião de 59,9% dos entrevistados houve piora no cenário econômico atual. O estudo é realizado mensalmente pela Fecomércio MG, com base nos dados coletados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Apesar da queda, o indicador segue na zona de satisfação (acima de 100 pontos), além de se manter em patamar superior ao do mesmo mês de 2017, quando estava em 95,1. “As paralisações de maio afetaram de forma negativa a confiança dos empresários do comércio e puxaram para baixo o componente que mede as perspectivas para os próximos meses”, observa a analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro.

Nesse contexto, o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (Ieec), que delimita as impressões em relação ao futuro, caiu de 140,6 pontos, em maio, para os atuais 135,1. “É um número ainda elevado. Embora tenham ocorrido problemas em função da greve, as projeções para o restante do ano ainda são positivas”, argumenta.

Os outros dois formadores do Icec tiveram alta: o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (Iiec) – que reflete as projeções para a ampliação de estoques e do quadro de funcionários, além da concretização de planos de melhorias no negócio no curto prazo – passou de 88,2 para 89, enquanto o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) chegou a 83,4. Em maio, ele estava em 82,6.

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