Intenção de consumo registra quarta alta em BH

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A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte registrou, em novembro, a quarta alta consecutiva, estimulada, principalmente, pelas boas perspectivas em relação ao emprego. O indicador, apurado pela Fecomércio MG, com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), passou de 81,4 pontos, em outubro, para os atuais 83,6. Trata-se da melhor pontuação para o mês desde 2016, quando estava em 64,7. Apesar da sequência de bons resultados, o índice ainda se encontra abaixo da fronteira de satisfação (100 pontos). Já para as famílias com renda acima de 10 salários mínimos, esse limite foi ultrapassado, com o ICF chegando aos 101,2 pontos.

O resultado mensal é consequência do aumento de praticamente todos os sete itens que compõem o ICF (emprego, perspectiva profissional, renda atual, acesso ao crédito, nível de consumo e momento para duráveis). Apenas a perspectiva de consumo ficou estável. “É importante observar que emprego e renda são os únicos componentes que se encontram acima da faixa do otimismo, com 111,5 e 102,1 pontos, respectivamente. São aspectos que afetam diretamente o varejo”, ressalta a analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro.

Ela acrescenta que as pessoas estão mais otimistas, em função da melhoria do cenário econômico, na comparação com 2017, incluindo o mercado de trabalho. “Além disso, o final do ano, tradicionalmente, gera acréscimo nos rendimentos, devido à injeção de recursos do 13º salário, e as festas são um estímulo a mais para as compras”, completa. Outro destaque, conforme o estudo, é a avaliação do acesso ao crédito, que subiu de 73,7 para 77 pontos, na passagem de outubro para novembro.

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