Os prejuízos causados pelas fortes chuvas em Minas Gerais são incontáveis. Até o momento, 121 municípios decretaram estado de emergência e três estão em calamidade pública. Além disso, milhares de estabelecimentos comerciais tiveram prejuízos e alguns foram obrigados a fechar as portas. Diante desse cenário, a Fecomércio MG solicitou, ao governador do Estado, Romeu Zema, a suspensão do recolhimento dos tributos estaduais devidos pelos contribuintes situados nos municípios afetados pelas chuvas.

Em ofício enviado nessa terça-feira (28/01), a presidente interina da Federação, Maria Luiza Maia Oliveira, também requer tratamento tributário diferenciado, mais benéfico e simplificado para casos mais graves. Entre tais situações, cita os empresários do comércio das cidades em estado de emergência ou calamidade pública cujos estoques ou mercadorias tenham perecido nas enchentes.

A Federação entende que, diante da situação em que se encontra o Estado, os empresários locais têm ficado sem recursos financeiros para arcar com os débitos tributários. “Neste caso, o governador possui a prerrogativa de adiar, por meio de decreto, o recolhimento dos tributos diante de situações emergenciais. Aguardamos a avaliação do documento por parte do governo”, diz Maria Luiza.

Sobre a Fecomércio MG

Órgão máximo de representação sindical do setor terciário em Minas Gerais, a Fecomércio MG atua na defesa dos interesses dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo no Estado. Atualmente, a entidade representa mais de 620 mil empresas mineiras, mantendo-se atenta aos temas que impactam a sociedade e, especialmente, os agentes que influenciam o setor.

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