A taça de ‘melhor do mundo’ não foi nossa, mas a Copa foi. Após 30 dias de intensa movimentação em Belo Horizonte, a área de Estudos Econômicos e o Núcleo de Turismo da Fecomércio MG realizaram uma pesquisa com 375 empresários para identificar os impactos do megaevento no comércio mineiro.

A capital recebeu cerca de 355 mil turistas, sendo 200 mil de diversas nacionalidades. Dessa forma, o comércio de material esportivo, vestuário, calçados, eletrodomésticos, distribuidora de bebidas, açougue, supermercados, locadora de veículos, restaurantes, bares e hotéis se viu diante de boas oportunidades de vendas.

De acordo com a apuração, 84,5% dos empresários acreditam que toda a movimentação em torno da Copa influenciou as vendas, sendo 46,1% sob a ótica positiva. Em relação às expectativas para o período, 66,1% afirmaram que não foram atendidas, e 43,2% identificaram que as vendas diminuíram. Vale destacar a hotelaria, que sofreu influência positiva para 86,2% dos entrevistados do setor.

Quanto às medidas para incrementar as vendas, os empresários não mediram esforços e 25,5% deles priorizaram a boa e velha promoção, 22,8% em recursos que estimulavam a visibilidade do estabelecimento e 15,8% em ações de mídia.

A pesquisa detectou também que, em dias de jogos no Mineirão e do Brasil, os estabelecimentos registraram maior movimentação, atingindo o percentual de 46,7% e 37,6%, respectivamente. No dia da final do Copa, esse dado foi de apenas 1%.

A pesquisa contou com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Abrasel/MG e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH/MG.

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