A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de subir os juros para 11,25% ao ano tem o objetivo de fazer a economia pagar um preço menor para combater as pressões inflacionárias geradas pela desvalorização cambial. A taxa básica é a maior desde outubro de 2011, conforme a série histórica do Banco do Brasil.

Segundo o economista da Fecomércio MG Juan Moreno, o reajuste da taxa Selic se deve às recentes pressões inflacionárias causada pela depreciação cambial ocorrida desde a última reunião, causada pela instabilidade internacional e pela eleição presidencial. “Os efeitos do aumento da taxa básica de juros são sentidos no longo prazo, mas o consumidor tende a diminuir sua demanda em função da menor confinação em relação à economia, evitando-se o alto endividamento”, conclui.

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