A presidente Dilma Rousseff iniciará o segundo mandato com metas fiscais definidas até 2017 e passará a utilizar a dívida bruta, que inclui as transferências do Tesouro Nacional para os bancos como principal indicador dos resultados das contas públicas. O objetivo é a estabilização e o declínio da relação da dívida bruta do governo geral como percentual do Produto Interno Bruto (PIB), fazendo a inflação retornar ao centro da meta, que é de 4,5% ao ano, em 2016.

Segundo o economista da Fecomércio MG Caio Gonçalves, o discurso sobre transparência das contas públicas e a estipulação de metas da nova equipe econômica, representada pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa e o Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, visam reconstruir um ambiente em que se reduz a incerteza. “Fica visível que não buscarão o uso da ‘contabilidade criativa’ e é importante deixar isso claro desde o início das atividades da nova equipe, para que o governo volte a ter confiança e, assim, as medidas que serão tomadas surtam efeitos”, ressalta Caio.

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