O cumprimento da meta de superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 é possível, podendo ser atingida sem cortes. A afirmação é do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Essa perspectiva foi apresentada por ele em uma palestra para investidores, em Nova York, neste mês.

Em relação à atividade econômica, Levy destacou que o Brasil está em uma trajetória mais lenta, mas os empresários seguem investindo em projetos de pequeno médio porte.

Para o economista da Fecomércio MG Caio Gonçalves, a intenção e o comprometimento com a meta estabelecida são necessários e é um bom começo para retomar a credibilidade do governo. “Pode-se avaliar que a reorientação da política econômica está no caminho certo para a construção de um ambiente favorável ao crescimento em 2016”.

Caio destaca, no entanto, que ainda haverá alguns custos no curto prazo e questões como aumento da eficiência dos negócios e competitividade no mercado interno e externo demandam atenção.

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