O indicador sobre o risco de déficit de energia ultrapassou limite máximo de tolerância (5%), segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). A medida do governo foi permitir a liberação do “despacho pleno” de térmicas com custos mais altos de operação, garantindo a energia para o consumidor.

O risco de déficit de energia neste ano, no Sistema Interligado Nacional, chegou a 7,3% na região Sudeste/Centro-Oeste e 1,2% no Nordeste, de acordo com o CMSE. Segundo o economista da Fecomércio MG Caio Gonçalves, a existência do risco de crise energética foi confirmada após essa divulgação, que ratifica um custo maior do fornecimento de energia dado o acionamento das termelétricas.

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