Com investimento de R$ 5,5 milhões, o Carnaval de Belo Horizonte, organizado pela Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur) em parceria com empresas privadas e a comunidade, gerou cerca de 4.700 mil postos de trabalho temporários, para as produtoras envolvidas na organização do evento. Foram cadastrados mais de 1 mil empreendedores individuais do comércio eventual de bebidas e alimentos industrializados para atuar nas ruas da cidade no período.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens de Minas Gerais (Abav- MG), houve um crescimento médio de 50% na procura de serviços turísticos, e um aumento de 20% na venda de serviços como passeios e traslados. No segmento de alimentação fora do lar, o crescimento médio de bares e restaurantes foi de 70% em relação ao mesmo período de 2008, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG).

Ainda conforme a Belotur, de 7 a 17 de fevereiro, 838 mil (55% do público geral) participaram dos 177 blocos de rua. Esses dados representam um fator importante para a movimentação do comércio de bens, serviços e turismo da cidade, pois demostram que o período de movimentação do Carnaval começa antes do feriado oficial.

Segundo o núcleo de Turismo da Fecomércio MG, os dados obtidos neste ano demonstram que o evento de BH está se consolidando como uma referência no Carnaval de rua do Brasil, que tende a crescer e atrair cada vez mais turistas. O empresariado deve ficar atento para as novas oportunidades que certamente surgirão em 2016. É importante que haja uma análise de mercado para se preparar com antecedência e aproveitar tanto o período pré quanto pós-feriado, para incrementar as vendas e ter o máximo de retorno com o período carnavalesco.

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