Para cumprir a meta de superávit primário de 1,25 do Produto Interno Bruto (PIB) para 2015, o ministro da Fazenda fez um corte a 20,3% das despesas discricionárias do governo federal previstas na proposta do orçamento deste ano. Essa mudança é equivalente à redução de R$57,5 bilhões.

Para o economista da Fecomércio MG Caio Gonçalves, essa foi mais uma medida para reforçar o comprometimento do governo com a meta. “No entanto, o corte que afeta custeio também impacta investimentos, algo essencial para retomada do crescimento. Porém, como é necessário o reequilíbrio das contas, isso realmente precisa acontecer nesse momento”, completa.

Postagens Recentes