O e-commerce brasileiro faturou R$ 41,3 bilhões em 2015, de acordo com o 33º relatório WebShoppers, da empresa de consultoria E-bit. Esse resultado foi 15% maior que o observado em 2014. Tal desempenho ganha destaque no atual cenário, em que indicadores relacionados ao consumo das famílias se deterioram a cada mês.

Conforme o economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, o mercado virtual ganha espaço a cada ano e, por seu perfil atrativo aos consumidores, tende a crescer cada vez mais. “O e-commerce proporciona aos clientes uma gama de informações e possibilidades acerca de produtos que, muitas vezes, o varejo físico não consegue disponibilizar. As vendas on-line são mais atraentes para quem procura comodidade e gosta de pesquisar preços.”

O economista destaca que, atualmente, existe um perfil de consumidor que exige muita informação daquilo que pretende adquirir, e o ambiente virtual permite isso com maior facilidade.

Apesar do crescimento expressivo do segmento on-line em 2015, os efeitos da crise terão maior impacto em 2016, com previsão de crescimento de 8%. Mesmo assim, de acordo com Almeida, o resultado esperado é favorável. “A perda do poder de compra das famílias e a ascensão do desemprego tendem a atenuar esse crescimento. Entretanto, está claro que o varejo on-line é uma excelente oportunidade”, avalia.

Fonte: e-bit/Buscapé | Elaboração: Fecomércio MG

Fonte: e-bit/Buscapé | Elaboração: Fecomércio MG


Postagens Recentes