A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) anunciou, na tarde desta sexta-feira (05/06), a ampliação da reabertura dos estabelecimentos comerciais e de alguns serviços na cidade, a partir de segunda-feira (08/06). A medida foi instaurada pelo Decreto Municipal nº 17.372/2020, publicado no Diário Oficial do Município (DOM). A Fecomércio MG apoia a reativação gradual e segura das atividades empresariais em Belo Horizonte. Além disso, a entidade confia que, na próxima semana, o cronograma possa ser cumprido e, assim, novos estabelecimentos possam voltar a funcionar.

A fase 2, que começa na próxima segunda-feira, contempla o comércio varejista de: artigos usados; artigos esportivos, de camping e afins; calçados; artigos de viagens; artigos de joalheiras; souvenirs, bijuterias e artesanatos; plantas, flores e artigos para animais (exceto comércio de animais vivos); bebidas (sem consumação no local); instrumentos musicais e acessórios; objetos de arte e decoração; e tabacaria, armamentos e lubrificantes. Está autorizado também o funcionamento do comércio atacadista destas atividades.

O horário de funcionamento será escalonado: das 11h às 19h, para o comércio varejista, e de 5h às 17h, para comércio atacadista. A decisão da PBH foi orientada pelo Comitê de Enfrentamento à Epidemia de Covid-19 e segue as diretrizes estabelecidas na fase 1, ocorrida em 25 de maio. Com isso, todos estabelecimentos devem respeitar protocolos sanitários, como o uso obrigatório de máscaras, a exposição de cartazes educativos e o respeito ao distanciamento social.

Avanços e ressalvas

A presidente interina da Fecomércio MG, Maria Luiza Maia Oliveira, destaca a importância da decisão e espera que o restante do cronograma possa ser cumprido. “Estamos esperançosos que a ampliação da reabertura do comércio em Belo Horizonte contribua para a retomada das atividades econômicas. Além disso, precisamos nos atentar sobre a importância de seguir todos os protocolos sanitários exigidos pelos órgãos de saúde. Assim, poderemos dar continuidade ao cronograma de liberação do comércio, garantindo a manutenção dos negócios, do emprego e da renda de milhares de cidadãos”, afirma.

Apesar do avanço na flexibilização das atividades empresariais, a Fecomércio MG recebe com preocupação a notícia sobre a não abertura das galerias. A razão é simples: esses locais concentra um grande número de lojas contempladas nesta segunda fase. Para a Federação, muitos empresários do setor já vinham sofrendo com o impacto da globalização e do mercado mundial, e, com as atividades paralisadas, sofrerão ainda mais os efeitos da concorrência.

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